No dia 09 de janeiro, foi realizada a aula inaugural da Turma de Alfabetização e de 1ª a 4ª série no Consórcio Castelão. Em parceria com o Programa Quem Estuda Cresce do SESI, a turma de 35 alunos terá aulas de segunda a quinta-feira, das 17:30h às 19:30 no refeitório da administração da obra.
O Programa tem como objetivo proporcionar aos colaboradores interessados a oportunidade de elevação da escolaridade, possibilitando que, no futuro, os mesmos tenham melhores oportunidades no mercado de trabalho. Como incentivo aos estudos, o Consórcio fornecerá uma cesta básica para aqueles alunos que obtiveram 100% de frequência no mês e 2 horas extras sempre que o colaborador comparecer a aula.
“Desde cedo tive que trabalhar para ajudar meus pais e não tive oportunidade de estudar. Agora o Consorcio Castelão está oferecendo essa oportunidade e estou muito empolgado, vou agarrar a oportunidade com unhas e dentes”, diz Márcio Roberto Carvalho Silva (servente).
Nos primeiros dois meses será feita uma avaliação da turma para verificar o nível de escolaridade e, a partir de então, os módulos serão de acordo com o nível de escolaridade do colaborador e com o desenvolvimento da turma.
Mais uma capanha que visa garantir a saúde do nosso colaborador foi realizada nas obras de Expansão do Shopping Barra e Residencial Adelaide, em Salvador.
Com o tema "Saúde Corporal e Social", uma palestra da assistente social Márcia Consuelo marcou o evento. Cerca de 150 kits, contendo produtos de higiene pessoal, foram distribuídos aos operários nos canteiros.
No Período de 26 de setembro a 02 de outubro, o Consórcio Castelão, em parceria com o Sintepav-CE, promoveram a Primeira Semana de Integração com os colaboradores da Obra de Reforma do Estádio Castelão.
Durante o evento ocorreram várias atividades como: corte de Cabelo, serviço de manicure, palestra sobre qualidade de vida, aplicação de flúor, palestra sobre direito previdenciário e ginástica laboral. Um almoço e um torneio de futebol, com 10 times, marcaram o encerramento do projeto e garantiu a diversão dos nossos colaboradores.
A Secretaria Especial da Copa de 2014, juntamente com o Consórcio Castelão e a Arena operadora de Estádios, realizaram na manhã do último dia, 16 de agosto, um Culto Ecumênico em celebração dos 1.000 dias que faltam para a chegada da Copa de 2014.
O canteiro de obras, que conta com 800 colaboradores, teve uma manhã diferente. A comemoração contou com cânticos, um delicioso café da manhã, mensagens do frei e pastor, e ainda o pronunciamento do Secretário Especial da Copa de 2014 – Ferruccio Feitosa.
Em meio às obras do estádio, três detalhes cor-de-rosa
Detrás dos tapumes onde se encoberta o estádio Governador Plácido Castelo, o Castelão, estão três pedreiras perdidas na tradicional hegemonia masculina da construção civil. Dos 316 operários contratados pelo consórcio Andrade Mendonça e Galvão para reforma e ampliação da maior arena do futebol cearense, os cabelos compridos de Maria, Francisca e Liduína quase não se notam debaixo dos capacetes. Embora as aparências não acusem, as diferenças pululam o cotidiano.
Os cuidados femininos modificam a rotina da obra. Se o céu fecha, as mulheres descem dos andaimes, juntam os tijolos lá longe, levam para perto de onde estão e cobrem com impermeável.
O toró molha os tijolos dos outros; os delas, não. Na hora de levantar parede, faz diferença: tijolo molhado dança no cimento, não assenta. Alguns olhos-machos ao redor se ressentem dessa inteligência-fêmea.
“E quando ganhamos mais porque produzimos mais? É a guerra!”, deflagra a pedreira Maria Vieira, de 43 anos. A argamassa reveste paredes, tetos e facilita a aderência do reboco. A colher da construção apanha o cimento e o joga como dança sobre a superfície repetidas vezes.
Por dia de trabalho, a mão humana dedicada alcança 450 metros de argamassa arremessada. Com menos concentração, talvez 100.
“Ô, eu mandava brasa! No final do mês, tava lá o dinheirão. Eles ficaram com inveja e foram enredar. Os cabeça branca tiraram as mulheres do chaupisco, mandaram pra alvenaria”, denuncia a pedreira Liduína Acelino, de 38 anos, a época quando trabalhou no Hospital da Mulher, Jóquei Clube. Os cabeças brancas são os grandes: supervisores, engenheiros e mestres de obra.
Novos papéis femininos
Mas as reclamações têm fôlego curto. As lembranças mais fortes quando se fala em canteiro de obras são a independência e o orgulho próprio. As meninas, amigas desde quando fizeram o curso de pedreira juntas, saem do trabalho, as três, ainda fardadas.
“Nós vamos quebrar esse tabu. Eu já me vejo na próxima obra e na próxima e na próxima. Gosto muito do meu trabalho, não entendo como existe mulher submissa ao marido. Com meu salário, compro os meus perfumes, meus batons, ajudo na criação dos meus filhos”, deslancha a pedreira Francisca Falcão, 33 anos, quatro filhos, dois netos, o marido companheiro desde os 15 anos, uma trança bem aprumada e o batom róseo.
Fonte: Portal de notícias O Povo
Foi realizado nos dias 23 a 27 de maio o treinamento de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). Ministrado pelo Prof. Roberto Braga o treinamento totalizou 20h de carga horária.
Os assuntos abordados foram: Normas Regulamentadoras, Causas de acidentes, Inspeção de segurança, CIPA e Qualidade Total, Análise dos Acidentes, Equipamentos de Proteção, Riscos Profissionais (agentes químicos, físicos, biológicos e ergonômicos), Mapas de risco, Campanhas de Segurança, Reuniões da CIPA e Prevenção de Incêndio.
Treinamento de Instalações Elétricas
Os estagiários e técnicos das Obras Business, CEO e Mandarim participaram do treinamento de Noções Gerais de Instalações Elétrica.
O curso teve carga horária de 20 horas e foi muito elogiado pelos participantes, que agora podem multiplicar o que aprenderam com o Engenheiro de Instalações Marcus Cirino Rezende, responsável pelo treinamento.
Treinamento de Primeiros Socorros no Castelão
A equipe da obra do Castelão recebeu no último dia 30, um treinamento sobre Primeiros Socorros. O palestrante foi José Carlos Ferreiro, Técnico de Enfermagem da EMN (Emergências Médicas Nordeste).
Foram abordados temas sobre atendimento pré-hospitalar, resgate, resgate em altura, imobilização, afogamento, fraturas de membros, RCP (respiração cárdio pulmonar), desobstrução das vias aéreas, o que fazer em uma situação de emergência, procedimento para engasgo, infarto e AVC (acidente vascular cerebral).
Após o treinamento, os colaboradores do Castelão estão preparados para agir em situações emergências.
A obra de reforma da Arena Castelão faz uso de uma máquina de reciclagem (modelo o QJ 240 móvel – SANDVIK, com capacidade para processar 50 m³/h), para reciclar os resíduos provenientes das demolições parcial do estádio e de resíduos da fase de construção.
Tem como intuito incentivar a sustentabilidade ambiental e reciclar os resíduos provenientes das demolições parcial do estádio e de resíduos da fase de construção.
Serão demolidos 11.000 m³ de concreto armado, do anel inferior e da área da implosão, volume que será totalmente reciclado e integralmente reaproveitado na própria obra para base de pavimentação.
Todo concreto da demolição do anel inferior do estádio (3.510 m³) já está sendo processado na usina e o material reutilizado na terraplanagem dos estacionamentos da Fase I, Fase II e Hospitality.
O consórcio está com a meta de reutilizar mais de 75 dos resíduos que serão gerados na obra, este é um dos créditos que iremos ter na certificação LEED da obra. Desta forma o Consórcio Castelão busca minimizar os impactos ambientais da obra da Arena além de diminuir os gastos com compra de material britado.